11 Novembro 2006
05 Novembro 2006
Senhor!
Até breve, amores meus!
:D
Labels: Maravilhas
Sinais exteriores de
Labels: Acessos avulsos
É ela!
Hmm...
Labels: Delícias
04 Novembro 2006
03 Novembro 2006
Sentir-se
Labels: Beleza
01 Novembro 2006
Escrever
Labels: Blotóxico
Prece
Labels: Budismo
31 Outubro 2006
Bu!
Labels: BloggerBeta
KYO
Labels: Budismo
Gárgulas
Labels: Fraudes
30 Outubro 2006
29 Outubro 2006
Eu & as Listas
Rimpoché*
Labels: Budismo
28 Outubro 2006
.Ho(r)ney, honey.




Labels: Música
Parcialidade
Labels: Fraudes
27 Outubro 2006
De Mulheres e Sucubus
Por definição, talvez, aproximo da noção de Sucubus o raciocínio pouco dado a detenções no asco do acto infirme. Sei exactamente a que ponto alguns sucubus (fêmeas que parecem submeter-se mas não passam de subornantes-subornáveis) se sujeitaram para "singrar". Observei-lhes o modus operandi. Poderia fazer tese sobre. Aproximam-se de chofre, fazem as perguntas indiscretas, as supostas certas para agradar a homens com muito a lamentar e necessitando incomensuravelmente da apreciação mundana (também sei de quem lhes dará sempre com as portas no disfarce barato de mulheres-fantoche, personas crucificadas como Pedro escolheu para que o mundo real se revelasse, homens travestidos de feminae!); usam de algo convencionado pelas suas antepassadas como "simpatia" (subterfúgio que qualquer pedinte sabe utilizar se mendiga migalhas) que levarão aos limites leitosos - duplo sentido, não dúbio se a tal se lhes propõe a ambição; primam por azedumes de indisfarçada radix nos termos que postulam (também pustulam, mas apenas aos níveis cerebrais, bucais - formato-palavra - e, essencialmente almático); hoje são tidas como "boazon(d)as", na medida exactamente proporcional aos seus fétidos propósitos (o mundo faz jus à sua percentagem de arrivistas, sem numerus clausus à vista e os homens nunca banirão a prostituição que tão bem lhes serve os propósitos).
Só posso ver o mundo pelos olhos deste corpo, o único que tenho. Do corpo caloso sempre fiz pouco uso: prefiro os neurónios, a par com a dignidade dos moribundos saudando César. Será da base gnóstica, opção de vida de tantos antes do mesmo sangue. Íntegra, percebo o que é uma verdadeira Mulher, uma senhora, uma semi-deusa. Amo, no silêncio, o porte da Mulher-Mulher. De resto, os Sucubus, são basicamente desprovidos de caracteres sexuais femininos, suficientemente desinteressantes tanto a nível físico como intelectual. Estão muito longe da sobriedade de Yourcenar, do talento de Bessa-Luís, da seriedade discreta na grandeza de Sophia, da grande escritora do feminismo Maria Amália Vaz de Carvalho ou da digna discrição de Maria Judite de Carvalho. Sei de muitos que escondem as amplas fealdades fazendo-se reféns do mau gosto, do uso das boas-vontades de homens-saias ou da estupidez crónica. Como sabemos, o tumor da boçalidade estende-se aos corredores das academias, onde quer que um homem se babe e se venda. Calcorreio das academias os corredores: dos peripatéticos (caminham muito, procuram muito, igualmente divagam e deliram), sei tantos a quem um mero sorriso bastaria para a rendição às verdades que a mim ou outra mulher conviessem... Até o povo diria que homens fracos são, ali, o mato que grassa...
Quando quero ler sobre A Mulher, leio, entre outras, as palavras sábias desta Senhora e as desta outra Senhora ou ainda desta Senhora. A tese da "amizade" no Portugal do nanointelecto não se afasta muito do pão para a boca.
Sem apreensões, sigo. Não interfiro: observo, medusa. Estudo, com riso posto, o mundo-cavalo de freio nos dentes... Aprendo o que não quero ser, por força de circunstâncias que me gizaram a matriz em indelével liberdade.
Labels: Personas
À desfilada / Indigoterie
Si les émotions la comblent, si elle devient pensive et pourtant pas sereine; si les battements de coeur subissent l'involontaire violence des hurlements déchirants d'un pauvre fou; si elle est, en quelque sorte, surplombée* par tout un monde qui la secoue malgré elle, alors c'est que ce monstre que l'on appelle assez souvent "L'Amour" - qui a choisi sa poitrine pour s'anicher, pour y faire son nid, pour lui provoquer, dorénavant la bave et la plume, la peur et la paix, la déchirante douleur du plaisir à plus jamais - qui la dévore sens dessus dessous et l'affolle, le regard vidé d'existence, les ailes d'un ange grands ouvertes. La voilá qui marche, sanglante: «C'est la dernière fois que j'aime, je le jure sur tout ce qu'il y ait de plus sacré... Je n'en peux plus supporter les plaies bleu indigo de la liberté en moi meurtrie.» Labels: Amor
26 Outubro 2006
Noite adentro (passe o plágio...)
Labels: Acessos avulsos
24 Outubro 2006
Isto
Labels: Acessos avulsos
22 Outubro 2006
NOTÍCIA
Labels: Saúde
Gratia Plena
Concertos para piano; Labels: Música
19 Outubro 2006
18 Outubro 2006
.Branco.
Adoro. Adoro. Adoro. Labels: Música
17 Outubro 2006
Hmm...
Labels: Gula
16 Outubro 2006
15 Outubro 2006
Mofo, Bolor & Caruncho
Labels: Fraudes
13 Outubro 2006
Aleluia!
Labels: Música
Plenitude
Sorri-se aos vinhedos da janela do carro.
Observa-se o falcão que nos sobrevoa:
bebe-se o presságio de bondade à boca inteira.
O retrovisor devolve-nos
a mais bela fase da nossa vida:
o rosto arredonda-se em doçuras de riso-nuvem,
o corpo adelgaça-se e invoca olhares não pedidos,
o dia de trabalho faz-se mais confiante:
os mais sábios pedem-nos agora ajuda.
Quem antes foi frio derrete-se-nos
no riso infantil
que oferecemos ao mundo a toda a volta.
Apaixonamo-nos, há correspondência:
vibramos a cada som da outra voz,
a sua dicção soa-nos ao nosso nome
barrado com mel,
a delícia antevê-se nas noites
em claro planeando a hora
certa, as horas que faltam para,
a hora em que percebemos que era "aquilo"
que nos trazia a dor ao peito
a cada golfada de ar.
Vizinhos de uma-conversa-por-acaso
sorriem, dão os bons dias, conversam,
amistosos, como se fossemos
a novidade desse dia de Outono-verão,
como se tivessemos nós trazido o sol
na concha das mãos enlaçadas.
Os que mais amamos vivem boas fases,
a beleza impera,
as crianças crescem,
a vida faz-se bênção.
Amigos eternos ligam-nos,
ligamos aos amigos de uma vida,
rimos, combinamos a troca
de sorrisos, calor de abraços para daí a dias.
O trabalho avança,
os dias, como as noites
devolvem-nos a quietude do nosso
olhar esfíngico no espelho,
sorriso-gioconda, Graças por tudo ISTO...
Quanto tempo me resta ainda, Pai?
Cumprirei os meus sonhos?...
Na ombreira da Felicidade
(é ela, reconheço-a todos os dias,
gloriosa, que me acena,
olho piscado em cor verde),
volta-se a acreditar:
nada sob o sol é por acaso.
Entra-se numa igreja:
se me levasses agora, Pai,
teria estado a minha vida
perto da perfeição que só Tu és.
Amo-te e agradeço
por me teres feito
voltar a angariar infância,
por ter voltado
a Casa,
por ser a prova viva de que
Tu existes!
Sarah McLachlan canta-nos Time ao lado
«I need just a little more silence,
I need just a little more time»
Acelera-se o carro,
descem-se vidros,
soltam-se longos cabelos
no ar outonal,
riso colado à boca
arroubos de entusiasmo,
overjoyed:
estou VIVA!
Labels: Paz
12 Outubro 2006
20 valores!
Labels: Educação
Tu
Labels: Acessos avulsos
08 Outubro 2006
Femme-Scandale
Labels: Música
Glory Days
Para *ti*, beijos demorados (são domingueiros)!
Labels: Música
07 Outubro 2006
Jacinta!!!
Labels: Música
05 Outubro 2006
"Séquesso"
Labels: Ésse-É-Xi-Zó
Duvido
Labels: Personas
Faits Divers
Labels: Efemérides
Seixos rolados
Labels: Sórdidos
Pronto!
Labels: Abelhudos
Greve de "G"elo
Labels: Educação
Braseiro
Labels: Acessos avulsos
03 Outubro 2006
Legado
Labels: Amor
02 Outubro 2006
Lar
01 Outubro 2006
Duplo exercício
Labels: Leituras










